segunda-feira, 1 de maio de 2017

VIAGEM





Foto de Mito Elias
Fonte: http://albatrozberdiano.blogspot.com 
 
MÁRIO FONSECA

Mário Alberto de Almeida Fonseca nasceu na cidade de Praia, em Cabo Verde, em 1939. Foi professor de francês no Senegal, trabalhou na Mauritânia e na Turquia como administrador. Perseguido político durante a ditadura salazarista, em Portugal, durante a fase da descolonização.
Obra poética: Près de la mer, Mon pays est lune musique, e Poissons. Sua obra foi traduzida a diversos idiomas.
 
VIAGEM NA NOITE LONGA

Na noite longa
minha alma
chora sua fome de séculos

Meus olhos crescem
e choram famintos de eternidade
até serem duas estrelas
brilhantes
no céu imenso.

E o infinito se detém em mim

Na noite longa
uma remotíssima nostalgia
afunda minha alma
E eu choro marítimas lágrimas
Enquanto meu desejo heroico
de engolir os céus
se alarga
e é já céu

Tenho então
a sensação esparsamente longa
de vogar no absoluto.

                        (Selô,1962)


ONDE FINCAR OS PÉS...

Onde fincar os pés senão nas estrelas?
Onde senão no sólido chão das estrelas?

Aqui?
Aqui onde medra medra a flor?

Oh rosa!
Que amar senão tua inexistente essência?
Que amara senão teu persistente sonho?

Isto?
Isto desta implacável gramática?

Oh rosa!
Onde fincar os pés senão em tuas inexistentes pétalas?
Onde senão no inexistente sonho de tuas persistentes pétalas?

Aqui?
Aqui onde tudo o que medra é só e apenas terra?

Oh tu embora da terra!
Oh tu embora do chão do coração!

Que amar senão as estrelas?

Que amar senão as estrelas
que estrelas são, palpitantes
E as inconsistentes rosas
Que persistentes cantam dentro do meu coração?
BECO SEM SAÍDA

    Ao Dr. Antonio Carlos Baeta, “desertor de si”.

No deserto
Em que tudo
não chega a ser mais que nada
Não há espaço para nada
Nem mesmo para não esperar
Ou para desertar
Pois que para lado algum
Ninguém nunca deveras partiu
Deste deserto
Ninguém nunca deveras partiu
Para lado nenhum
Deste deserto
Ninguém
Nunca
Deveras
Partiu
Deste deserto
         Ninguém
                Nunca            
                   Deveras
                          Partiu
De lado algum
Para lado nenhum.


ESTA É A CANDENTE TERRA...
  
         A la mémoire demon jeune frère,
          Daniel Rui de Almeida Fonseca,
          sous — lieutenant de l´armée portugaise,
          mort a l´âge de 24 ans, en combat, au
          Mozambique.                  

Esta é a candente terra de negrura
Onde debalde ficamos a nossa dor
E o sangue inocente que ainda jura,
No chão da maldição, em imenso clamor.

Olvidado na pompa e na púrpura
Da investidura de reinos sem pudor,
Construídos no terror e na mentira
Da traição à sacra promessa de amor.

Esta é a pungente terra de amargura
Onde como erva torpe medra a dura
Ditadura e cresce o crime no negrume
Da súplice solidão em que a multidão
Vencida já nem crê que o afiado gume
Que redime decepe o poder da negridão.


ENQUANTO NÃO SOAR A HORA..

Enquanto não soar a hora da minha morte,
Louvar eu quero a sorte eu me couber,
Já que, por mais que amar, um tão forte
Amor, que só a morte mata, merecer

Não posso, ainda que tivesse arte.
Mulher, enquanto durar o vício de viver,
Que persiste mesmo quando é mais morte
Que vida, a vida que consente o poder,

Quero somente andar, nadar e cantar,
Comungar e cultivar o meu pomar,
E à tua amada sombra adormecer...

Pois só inepta sina ou príncipe consorte
Pode requerer poder a quem tem poder,
Que este com sorte e morte se merece,
Com morte e arte permanece.


Página publicada em setembro de 2008

Fonte:
19jan2017






sexta-feira, 7 de abril de 2017

TROVA




Imagem do Google


Jamais uma aeronave
por mais perfeita que for
terá a energia suave
das asas de um beija-flor.


(Do livro: "Trovas de Sersank")


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segunda-feira, 13 de março de 2017

SUB LA KREPUSKA LUMO



Foto by АКО ТЕ ИМА ЛЮБОВ, via Facebook

Sub la krepuska lumo
Sergio de Sersank

Ĉe la piedoj
de la poeto
subite falas
disa folio.
Lasita al vent’
jen ĝi ruliĝas,
trovas alian.
Ambaŭ,  perditaj,
fuĝas je ĉio.

Dank’ al la vent’,
aliajn alligas.
Ĵus unuiĝintaj,
tuj apartiĝas,
kaj, ruliĝante,
malaperiĝas.

Tiel, la amoroj
de ni vivitaj:
fragilaj ĉenoj -
disaj folioj
al vent’ lasitaj.

... Sole vojirante,
la poet’ grizhara
nun rememoras,
kun ia dolor’,
de l’ vanaj serĉoj
mortitajn revojn
en sia kor’.

(El libro “Estado de Espírito”)

Tradukis:
Sergio Santos Cunha
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PARA LER O POEMA EM PORTUGUÊS copie e cole no navegador:
http://sersank.blogspot.com.br/2013/06/crepuscular.html









sexta-feira, 3 de março de 2017

sábado, 29 de outubro de 2016

eisFluências - Revista Literária



A Revista eletrônica literária e informativa "eisfluências", de Portugal, estampou à pág. 36 de sua edição nº 43, de 16/10/2016, algumas trovas do meu novo livro, a sair.
Transcrevo a publicação com sinceros agradecimentos à Carmo Vasconcelos, poeta e escritora de reconhecidos méritos, integrante da direção daquela Revista.





TROVAS DE SERSANK
Sergio de Sersank  
Descrição: D:\Desktop\eisFluências_files\bandeira_brasil.gif Londrina (PR)

Tenhamos todos em mente
o amor do humilde operário
que aos filhos seus dá, contente,
mais do que pode o salário.
Imagem que toca a gente
e nos anima a lutar:
árvore ao sol inclemente
já velha, a frutificar.


Não maldigas da saudade
o aguilhão que te aniquila.
Mais triste que ter saudade
é não ter por quem senti-la.
Comigo envelhecem sonhos,
que nunca realizarei.
Brindo, pois, brindo aos meus sonhos,
Brindo à vida que sonhei!


Só Deus, Criador de Estrelas,
domina os arcanos seus.
Os “sábios” podendo vê-las
sequer cogitam de Deus!

         Sergio de Sersank, poeta londrinense, cultiva o hábito de escrever desde a juventude. Foi laureado em diversos Concursos de Trovas e Poesia. Parte de sua produção literária pode ser vista no Blog “Estado de Espírito” (www.sersank/blogspot.com.br).
        Tem publicado versos em diversos sites literários, jornais e revistas do Brasil. Sersank teve sua primeira obra “Estado de Espírito” lançada em 2013 em primorosa edição pela Editora Ithala, de Curitiba (PR).
        Dele diz, na apresentação, a escritora e laureada poeta Isabel Furini:
        “Distante dos modismos da época, Sersank conduz o leitor pelo caminho eterno da poesia. Poesia como beleza. Seus versos foram escritos com emoção. E como já falou o renomado escritor e poeta Mário de Andrade, “a obra de arte é uma máquina de produzir emoções”. 

Sergio de Sersank prepara para publicação dois outros livros: “Trovas de Sersank” e “Poemas Espiritualistas”. Também está vertendo para o Esperanto sua obra “Estado de Espírito”.

 

Fonte: 

http://www.carmovasconcelos-fenix.org/revista/eisFluencias/43-Out16/eisFluencias_Out_2016_7_43-36.htm

http://www.carmovasconcelos-fenix.org/

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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Da Revista de Carlos Zemek, Curitiba (PR)



INÍCIO » POESIA » SERGIO DE SERSANK: REGRESSO 
PUBLICADO POR: CARLOS ZEMEK DATA: SÁBADO, 1 DE OUTUBRO DE 2016 / COMENTÁRIOS: 0


Fotografia de Isabel Furini


REGRESSO



Do estrépito das metrópoles
em que tenho consumido
noites de insônia e difíceis dias
torno aos antigos pássaros
carros de bois
toscas casas
coloridas borboletas.

Sorrio como dantes
entre rios, várzeas, bosques...
O vento nos meus cabelos
vem de antigas primaveras.

Filho pródigo das montanhas,
me vejo presente e vivo
nas coisas à volta.

Sobre a grama verde
a estender-se nos declives
há cogumelos.

Pastam as vacas, mugindo calmas,
latem os cães, de contentes.

Ao pé de um tronco seco na porteira
há “marias-sem-vergonha”
e estende-se, pedregosa, a via
de ipês e flamboyants
a abrir-se em flores...

O leve chapéu de palha
e a roupa agora tão simples
é como se me pertencessem desde sempre.
Nunca me deixaram.

Nuvens se movem no céu desta tarde,
compõem-me rostos que se dissolveram
na busca dos seus arco-íris.
Sinto dizerem-me ainda
que os nossos sonhos de infância
não ficaram no caminho.

Ah, como eu amo estes campos
em que distante de todos
jamais estive sozinho.


 Sergio de Sersank






Sergio de Sersank, poeta londrinense cultiva o hábito de escrever desde a juventude. Foi laureado em diversos Concursos de Trovas e Poesia. Parte de sua produção literária pode ser vista no Blog “Estado de Espírito” (www.sersank/blogspot.com.br).
Tem publicado versos em diversos sites literários, jornais e revistas do Brasil e do Exterior.
Sersank teve sua primeira obra “Estado de Espírito” lançada em 2013 em primorosa edição pela Editora Ithala.

Dele diz, na apresentação, a escritora e laureada poeta Isabel Furini:

“Distante dos modismos da época, Sersank conduz o leitor pelo ca­minho eterno da poesia. Poesia como beleza. Seus versos foram escritos com emoção. E como já falou o renomado escritor e poeta Mário de Andrade, “a obra de arte é uma máquina de produzir emoções”..


Sergio de Sersank prepara para publicação dois outros livros: “Trovas de Sersank” e “Poemas Espiritualistas”. Também está vertendo para o Esperanto, língua que domina bem, a obra “Estado de Espírito”.

Súmula:

Título do Livro: Estado de Espírito
Autor: Sergio de Sersank  (pseudônimo)
Gênero: Poesia, 192 páginas
Nome Civil do Autor: Sergio Santos Cunha

COLUNA: POESIA

Fonte:
Acesso: 05out2016


sábado, 4 de junho de 2016

"O CONSOLADOR" - Revista Semanal de Divulgação Espírita




Crônicas e Artigos
Ano 10 - N° 468 - 5 de Junho de 2016



SERGIO DE SERSANK
sergiodesersank@gmail.com
Londrina, PR (Brasil)

 Apelo fraterno


Celso Martins (31/08/1942), escritor, poeta e jornalista carioca bastante conhecido no meio espírita do Brasil e do Exterior em razão de seus inumeráveis artigos, contos, poemas e de uma centena de obras doutrinárias dadas à publicidade a partir do início da década de 70, atualmente aposentado, é um ícone do Movimento Espírita em permanente campanha pelos três E(s) –Evangelho, Espiritismo e Esperanto.(1)

É esperantista desde os 14 anos, tendo se iniciado no estudo da Língua Transnacional com o Professor Adail Cardoso Barbosa (1911-1972), de quem deu, posteriormente, à publicidade, dois livros póstumos. 
Obteve diversas congratulações e prêmios desde os tempos de estudante.
Foi Medalha de Ouro em 1960 pelo Colégio Leopoldo, de Nova Iguaçu (RJ). 
Entre os anos de 1963 a 1966, foi bolsista do Jardim Botânico do Rio de Janeiro (criado por D. João VI em 1808). Ganhava um salário-mínimo, à época, para estudar das 14 às 16h, nos dias úteis. 
Tendo sido agraciado em 1957 com uma bolsa escolar, pelo então Governador Roberto Silveira (1923-1961), que morreu em Petrópolis oito dias depois da queda do helicóptero em que viajava para verificar as áreas inundadas na região serrana do Estado, Celso concluiu em 1960 o 2º grau (antigo Curso Científico) no Colégio Leopoldo (fundado por Leopoldo Machado em 01/02/1930 em Nova Iguaçu). 
Entre os anos de 1963 e 1964 cursou Mineralogia e Petrografia com o geólogo Rui Maurício de Lima e Silva, primo do Duque de Caxias. 
Foi o “Aluno do Ano” em 1966 pela U.E.G.
Diplomou-se em História Natural em 1º lugar, entre 250 alunos, com a média 9,7.
Conquistou o Prêmio Benjamin Constant e o Diploma do jornal Diário Carioca. 
É digno de nota o fato de que sua mãe, Dona Maura, entre os anos de 1954 e 1957, trabalhava como lavadeira para que ele pudesse concluir o curso ginasial. 
Celso Martins formou-se em 26/12/1966 pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da Guanabara e posteriormente licenciou-se em Pedagogia.
Foi Professor de Biologia e de Física na cidade do Rio de Janeiro, tendo lecionado desde março de 1960 em diversas escolas, inclusive na PUC.
Em 18 de julho de 1969 casou-se com a Professora Neli Tavares (30/04/1941) com quem teve um casal de filhos (Celso e Silvana) que, como os pais, optaram pela carreira no Magistério, e ambos estão em atividade na Capital do Rio. 
Além de suas atividades de escritor e jornalista, Celso Martins divulgou o Espiritismo na tribuna, pela Rádio Rio de Janeiro e pela TV Bandeirantes.Proferiu inumeráveis palestras em casas espíritas de diversos estados. Foi também por três vezes conferencista convidado da FEB – Federação Espírita Brasileira quando a sede da Casa-Máter do Espiritismo no Brasil se localizava na Avenida Passos, 30 – centro do Rio.
Em 18 de janeiro de 2010 sua esposa regressou ao Mundo Espiritual.
Atualmente, graças aos parcos recursos de sua aposentadoria, após 40 anos de magistério, ocupa um modesto aposento na: 
Clínica de Repouso “Aconchego da Digna Idade”
Rua 22 de novembro, 284 - Bairro Fonseca
CEP 24120-049
Niterói – RJ
Telefones: (21) 3619-1083 e 2627-8383. (Ligar de preferência à noite por volta das 21h00.)
Celso Martins, vale lembrar, sempre doou os direitos autorais de suas obras a Instituições Assistenciais, como o Lar da Caridade, de Uberaba – (MG), popularmente conhecido como Hospital do Fogo Selvagem, especializado no tratamento do “Pênfigo foliáceo”, doença cujos sintomas são de labaredas na pele e que deixa marcas idênticas às provocadas por queimaduras. Essa honorável Instituição foi fundada em 1957 pela benemérita Sra. Aparecida Conceição Ferreira, antiga enfermeira da Santa Casa de Uberaba. Por falta de leitos naquele Hospital a bondosa servidora acolhia os doentes em sua própria casa e deles cuidava com abnegação e desprendimento. Foi grande amiga de Chico Xavier. Sua desencarnação se deu no final de 1999, aos 95 anos.
Celso, agora com a saúde um tanto debilitada e algo entristecido pela falta da Neli que lhe foi durante muitos anos esposa, amiga e companheira nas múltiplas atividades de professor, escritor e conferencista, continua a escrever. Mas prefere fazê-lo a lápis porque não domina bem o computador. 
Deixamos aqui uma sugestão aos espíritas de todo o Brasil, especialmente aos seus leitores, aos que puderam ouvi-lo em palestras edificantes ou tiveram o privilégio de conhecê-lo pessoalmente: poderíamos surpreendê-lo agradavelmente com um telefonema, o envio de um cartão postal, um livro qualquer, uma simples carta ou mesmo um bilhete transmitindo abraços.  O que acham disso? 
Não esqueçam, porém, os interessados em obter carta-resposta de enviar-lhe envelopes e selos postais para isso. Dada a sua atual dificuldade de locomoção, Celso teria dificuldade em adquiri-los. Mas tenham a certeza de que vocês serão brindados com as alegres e fraternais palavras de estímulo desse brilhante professor e sempre admirado escritor espírita. 

(1) Obras de Celso Martins: 

1. SUSPIROS DE UM CORAÇÃO – Sonetos. 1970. Esgotado.
2. LIRA DE DOIS CORAÇÕES - (Com André Fernandes), Pongetti, 1972. Esgotado.
3. ESTUDOS DOUTRINÁRIOS – Ensaios. 1972. Esgotado.
4. GRÂNULOS DE AREIA – Trovas, 1973. Esgotado.
5. BIOGEOGRAFIA E ECOLOGIA – Livraria Nobel, 1973. (Premiado pelo MEC).
6. CÂNTICOS DO CORAÇÃO, in “Nossas Poesias”, Coletânea de Aparício Fernandes. Sonetos, 1974.
7. EXERCÍCIOS DE BIOLOGIA – (Com Antonio Sobreira), Forense Universitária (RJ).
8. POR UM MUNDO MELHOR – Egetal, Taubaté (SP), 1975. Edicel.
9. A DELICADA QUESTÃO DA VIDA - Edicel, 1976.
10. ESPIRITISMO E VIDAS SUCESSIVAS – (Ensaios) –Ed. Eco, Rio de Janeiro, 1976.
11. CANTOS E CONTOS, Edição do Instituto Maria, Juiz de Fora (MG).
12. TÉCNICAS GERAIS DE LABORATÓRIO - (Com Antonio Sobreira e José de Almeida Leão), Ed. Edart, S. Paulo, 1980.
13. MENSAGEM DE ESPERANÇA – Ed. ABC do Interior, Conchas (SP), 1982.
14. A MENSAGEM DO ESPIRITISMO – (Com Aureliano Alves Netto), Ed. ABC do Interior, Conchas (SP), 1982.
15. A OBSESSÃO E SEU TRATAMENTO ESPÍRITA – Edicel, 1982.
16. PONTO DE ENCONTRO – (Com Deolindo Amorim), Ed. ABC do Interior, 1983.
17. CAMINHO DE LUZ - (Com Aureliano Alves Neto), Ed. ABC do Interior, 1983.
18. NA ROTA DO ANO 2000 - (Com Antônio F. Rodrigues), Ed. ABC do Interior, 1984.
19. NOVOS TEMPOS – (Com S. Xavier e Rodrigues de Camargo), Ed. Do Lar, 1985.
20. NOÇÕES FUNDAMENTAIS DO ESPIRITISMO – (Com Augusto Marques de Freitas), Tecnoprint, Ediouro, 1986.
21. O SEXO E O AMOR EM NOSSAS VIDAS, ABC do Interior, 1986.
22. RECORDANDO DEOLINDO AMORIM – Ed. ABC do Interior, 1989.
23. ANTE O TERCEIRO MILÊNIO – Ed. ABC do Interior, 1990.
24. ALMANAQUE DO LAR - (Com Neli Tavares Martins), Ed. ABC do Interior, 1991.
25. SEXO, AMOR E EDUCAÇÃO – Ed. EME, 1993.
26. PÁGINAS ESPÍRITAS – Ed. EME, 1994.
27. PERGUNTAS QUE O POVO FAZ – Ed. EME, 1995.
28. PROBLEMAS ESPIRITUAIS, COMO RESOLVÊ-LOS? Ed. EME, 1995.
29. TAMBÉM QUERO SABER – Ed. Universalista, 1995, Londrina – (PR).
30. AS DROGAS E OS NOSSOS FILHOS – Editor Carlos Neider, Sepetiba, (RJ).
31. NA ERA DA GLOBALIZAÇÃO – Ed. Mnêmio Túlio, 1997.
32. MEDIUNIDADE AO SEU ALCANCE – Ed. EME, 1997.
33. VITAMINAS PARA O CORAÇÃO – Ed. Otimismo, 1998.
34. RESPINGOS DE ESPERANÇA – Ed. DPL, 1998.
35. ANINHA VIROU ANITA – Ed. A Notícia, 1999.
36. NAS FRONTEIRAS DA CIÊNCIA – Ed. DPL, 2001.
37. TÓPICOS DE BIOÉTICA – Ed. DPL, 2001.
38. AS PREPOSIÇÕES EM ESPERANTO – Liga Brasileira de Esperanto.
39. O ACUSATIVO E A VOZ PASSIVA EM ESPERANTO – Ed. F. V. Lorenz, 2001.
40. ESPIRITISMO – OBRA DE EDUCAÇÃO (Lembrando Leopoldo Machado).
41. POR QUE NÃO SER FELIZ? – Ed. Ícone, 2002.
42. ANTES QUE ME ESQUEÇA (Com Victorino Elóy dos Santos).
43. COMO ENTENDER O ISLAMISMO? – Sobre a destruição das duas torres do World Trade Center. T. C. (EEUU), Ed. DPL, 2003.
44. RELACIONAMENTOS ENTRE PAIS E FILHOS – Ed. DPL, 2003.
45. RELACIONAMENTO A DOIS - Ed. DPL, 2005.
46. TRÊS ESPÍRITAS BAIANOS – Ed. Madras, 2005.
47. E O MUNDO NÃO ACABOU – Ed. Léon Denis, 2006.
48. MINHAS MEMÓRIAS ALHEIAS - (ICEB Edições, 2008).
49. SEXO, AMOR E EDUCAÇÃO – Ed. EME.
50. CABOCLOS, ÍNDIOS, PRETOS-VELHOS E OUTROS ASSUNTOS - Ed. EME.
51. O CREPÚSCULO DO SÉCULO XX - Ed. EME.
52. É POSSÍVEL SER FELIZ (Contos e Crônicas) - (Livro de bolso) - Ed. EME.
53. O ESPIRITISMO E OS PROBLEMAS DA HUMANIDADE - Ed. EME.
54. MENSAGEM DE ESPERANÇA - Ed. EME, reedição.

55. UM POUCO MAIS SOBRE MEDIUNIDADE - Ed. EME.

56. VIOLÊNCIAS, PENA DE MORTE E OUTROS DRAMAS – Ed. EME.

57. UMA SURPRESA PARA VOCÊ – (Com Neli T. Martins), Ed. EME.

58. UM PRESENTE PARA VOCÊ – (Com Neli T. Martins), Ed. EME.

59. UM BRINDE PARA VOCÊ – (Com Neli T. Martins), Ed. EME.

60. A VIDA E A ALMA DOS ANIMAIS – Ed. DPL, 2005.

61. UM LAR FELIZ – (Livro de Bolso) 

62. VALE A PENA LER DE NOVO – Ed. EME.

63. PARA ENTENDER... ESPIRITISMO - Ed. EME.

64. PARA ENTENDER... MORTE - Ed. EME.
65. CENTRO ESPÍRITA – DIRETRIZES BÁSICAS E UNIFICAÇÃO – Ed. EME.
66. CENTRO ESPÍRITA – ATENDIMENTO FRATERNO E APLICAÇÃO DO PASSE - Ed. EME.

67. ASCENSÃO ESPIRITUAL - Ed. EME.

68. MENSAGENS EM PROSA & VERSO (Com Francisco Pessolano Junior) - Ed. EME.
69. GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA (Com Celso de Oliveira), 2005.
70. COMO ENTENDER A MEDIUNIDADE – (Livro de bolso)
71. COMO ENTENDER A MORTE -(Livro de bolso)
72. COMO ENTENDER O ESPIRITISMO - (Livro de bolso)
73. DOAÇÃO DE ÓRGÃOS – Ed. DPL.
74. ABORTO – Ed. DPL.
75. DEFICIÊNCIAS FÍSICAS E MENTAIS - Ed. DPL.
76. A PENA DE MORTE - Ed. DPL.
77. O SUICÍDIO - Ed. DPL.
78. NOTÍCIAS DO MUNDO REAL – Ed. (?)
79. NOVAS NOTÍCIAS DO MUNDO REAL – Ed. (?)
80. ORVALHO DE LUZ - Ed. Universalista, Londrina – (PR).
81. JANELA ABERTA PARA O MUNDO - Ed. Universalista, Londrina – (PR).
82. COLAR DE PÉROLAS (Com Antonio Fernandes Rodrigues) 
83. TEMAS E POEMAS (Com Oswaldo Motta) 
84. MENSAGENS DIVINAS PARA O DIA A DIA 
85. MENSAGEM EM PROSA E VERSO (Com Francisco Pessolano Junior) 
86. OS TEMPOS MUDARAM. MUDE OS SEUS CONCEITOS –
87. REUNIÕES MEDIÚNICAS (Com Rubens Braga)
88. O ESPIRITISMO, A IGREJA E OUTROS TEMAS – (Com Aureliano Alves Netto)
89. DO ORGULHO À HUMILDADE – (Novela)
90. UM IDEAL E UMA PAIXÃO – (Esperanto e Espiritismo)
91. COISAS DESTE E DO OUTRO MUNDO (Com Aureliano Alves Netto e João Carlos Moreira Guimarães)
92. SEMEANDO IDEIAS (Com Deolindo Amorim)
93. CENTRO ESPÍRITA – DIRETRIZES DOUTRINÁRIAS (Com Rubens Braga)
94. ABORTO, SUICÍDIO, PENA DE MORTE E EUTANÁSIA
95. AS DROGAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS 
96. PELOS CAMINHOS DA VIDA (Com Aureliano Alves Netto e João Carlos Moreira Guimarães)
97. O CENTRO ESPÍRITA – APLICAÇÃO DO PASSE (Com Rubens Braga)
98. JANELA ABERTA PARA O MUNDO (Com Aureliano Alves Netto e João Carlos Moreira Guimarães) - Ed. Universalista, Londrina – (PR), 1997.

99. CONTANDO HISTÓRIAS - Ed. EME.


Livros organizados por Celso Martins: 

01. PONDERAÇÕES DOUTRINÁRIAS – (Artigos de Deolindo Amorim)- FEB, 1989.
02. UMA NOVA ERA (Deolindo Amorim, obra póstuma) – Ed. Lorenz.
03. ANÁLISES ESPÍRITAS - (Deolindo Amorim, obra póstuma) – Ed. F.E.B.
04. A VOZ DA EXPERIÊNCIA – Vila Velha (ES).
05. ACREDITE SE QUISER: ENTRE AS PEDRAS NASCEM FLORES (Adail Cardoso Barbosa, obra póstuma)
06. ETERNO AMOR E OUTROS CONTOS – (Adail Cardoso Barbosa, obra póstuma).
07. O ESPIRITISMO E AS IGREJAS REFORMADAS (De Jayme Andrade, Org. de Celso Martins).

Sergio de Sersank é autor do livro “Estado de Espírito” (Ed. Íthala, Curitiba, 2013).

Adquira o seu exemplar

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livro.estadodeespirito@gmail.com

COMENTÁRIO DE ISABEL FURINI, laureada poeta e escritora sobre a obra poética "Estado de Espírito"

http://www.icnews.com.br/2013.03.05/negocios/livros-de-negocios/estado-poetico-de-espirito/

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HINO OFICIAL DE LUIZ ANTONIO

Letra: Sersank (Sergio S. Cunha)
Música: Irineu Santa Catarina


Clique para ouvir

https://www.youtube.com/watch?v=FmWSt6RqGs4

BEBO PAROLAS EN ESPERANTO

ESPERANTO: La solvo (A solução)

ESPERANTO: La solvo (A solução)

Veja aqui a NOTA da Prefeitura Municipal de Londrina sobre o lançamento doLivro de SERSANK

http://www.londrina.pr.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17367:sergio-sesank-lanca-estado-de-espirito&catid=88:cultura&Itemid=975

EL VIAJE DEFINITIVO - Poema de Juan Ramon Jimenez

https://www.youtube.com/watch?v=GspatgDGhO8&feature=emb_rel_end